A indústria do antirracismo
no país dos homens ‘pardos’
“Não há pura democracia no Brasil, nem racial, nem social, nem política, mas aqui existe muito mais aproximação a uma democracia racial do que em qualquer outra parte do mundo.” A frase é de Gilberto Freyre, em entrevista concedida em março de 1980 à jornalista Leda Rivas e incluída no livro Parceiros do tempo, editado em 1997 no Recife.
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Algumas questões centrais na linha
editorial em jornalismo sobre ciência
editorial em jornalismo sobre ciência
Em qualquer projeto que envolva informação sobre ciência, algumas proposições devem ser consideradas destacadamente:
1. A valorização da ciência pelo público é fundamental para a sobrevivência da pesquisa científica, principalmente em países como o Brasil, em que não apenas ciência básica, mas também estudos aplicados dependem muito de dotações governamentais.
1. A valorização da ciência pelo público é fundamental para a sobrevivência da pesquisa científica, principalmente em países como o Brasil, em que não apenas ciência básica, mas também estudos aplicados dependem muito de dotações governamentais.
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A que Estado serve o Aparelho
Ideológico de Estado brasileiro?
A dificuldade de formar jornalistas
na era dos discursos programados
na era dos discursos programados
O ensino do jornalismo diante dos preconceitos da Academia e do domínio de um sistema global que pretende ditar não apenas os discursos do poder mas também sua contestação. (1999)
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As liberdades que se
tomam com as mulheres
tomam com as mulheres
A imagem da mulher correspondente a outro momento histórico gera discriminação e desrespeito numa sociedade em que elas são forçadas a competir no mercado de trabalho. (1978)
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O jornalista como assessor
em empresas e instituições
em empresas e instituições
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Discurso da ditadura e norma
urbana culta do Rio de Janeiro
urbana culta do Rio de Janeiro
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Os conceitos de causa e como
eles articulam as narrativas humanas
A
noção de causa decorre da maneira como os homens interpretam o fluxo de
eventos da natureza e não designa, portanto, diretamente, relação
própria da natureza em si. Sua definição possível parte das noções de
implicação e sucessividade: diz-se que A causa B se A e B são eventos
tais que, em dado contexto, A antecede B e, ocorrendo A, ocorre B; por
exemplo, a fuga de capitais causa a queda do Produto Interno Bruto se,
ao ocorrer, ou tendo ocorrido, fuga de capitais ocorrerá, ou ocorreu, em
seguida (em decorrência), queda do PIB.
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Os vários conceitos de verdade
e o risco que se corre ao confundi-los
A verdade só existe como atributo daquilo que é verdadeiro. Mas o que é ser verdadeiro?
A definição clássica, que data do Século IX1,relaciona o enunciado com o fato ou ente a que se refere: “a verdade é a adequação perfeita entre o enunciado e a coisa”. Expressando o empenho da escolástica medieval em relacionar fé e razão, Tomás de Aquino acrescenta: “a verdade está nas coisas e na inteligência”; na escala de valores, escreve ele, “vem antes do bem”.
A definição clássica, que data do Século IX1,relaciona o enunciado com o fato ou ente a que se refere: “a verdade é a adequação perfeita entre o enunciado e a coisa”. Expressando o empenho da escolástica medieval em relacionar fé e razão, Tomás de Aquino acrescenta: “a verdade está nas coisas e na inteligência”; na escala de valores, escreve ele, “vem antes do bem”.
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A globalização, línguas nacionais
e a universalização dos conceitos
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Superinteressante: A venda em bancas
e o compromisso ético com a sociedade
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O ensino e pesquisa do
jornalismo no século XXI
Os primeiros esforços, no final do Século XIX e início do Século XX, para compreender o fenômeno do jornalismo informativo – que sucedeu o jornalismo publicístico dos séculos XVII e XVIII – foram levados a confrontar imensa bolha ideológica que, após cem anos, agora, aos poucos, se desfaz, deixando bolhas menores, aqui e ali, no meio acadêmico.
Globalização é a marca de fantasia que o imperialismo assume no final do Século XX – a era dos logotipos e dos ícones. No entanto, é também o ponto alto de um processo que se confunde com a própria hegemonia burguesa e cujo início se pode situar em meados do Século XV, quando a Europa se lançou aos mares disposta a explorar o mundo.
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Superinteressante: A venda em bancas
e o compromisso ético com a sociedade
Em dezembro de 2000, a revista Superinteressante, da Editora Abril, publicou matéria de capa pondo em dúvida a adequação do tratamento da Aids. Na “carta do editor” do número de fevereiro, o diretor de redação, Adriano Silva, rejubilava-se:
Entramos o ano com uma ótima notícia. A capa de dezembro, “Aids: o HIV é inocente?” vendeu 106.000 exemplares em banca. É a primeira vez na história da revista que essa venda rompe a barreira dos seis dígitos. O que permite à Superinteressante ingressar num clube bastante seleto, do qual fazem parte apenas uma dúzia de publicações no Brasil.
Entramos o ano com uma ótima notícia. A capa de dezembro, “Aids: o HIV é inocente?” vendeu 106.000 exemplares em banca. É a primeira vez na história da revista que essa venda rompe a barreira dos seis dígitos. O que permite à Superinteressante ingressar num clube bastante seleto, do qual fazem parte apenas uma dúzia de publicações no Brasil.
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O ensino e pesquisa do
jornalismo no século XXI
Os primeiros esforços, no final do Século XIX e início do Século XX, para compreender o fenômeno do jornalismo informativo – que sucedeu o jornalismo publicístico dos séculos XVII e XVIII – foram levados a confrontar imensa bolha ideológica que, após cem anos, agora, aos poucos, se desfaz, deixando bolhas menores, aqui e ali, no meio acadêmico.
